espheras espalhadas memórias em eco

25 de Janeiro de 2012

teus dedos de noite açucarada

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quando, daqui a umas horas a manhã vier, branca e fina,
saberei eu andar?
conseguirei eu, lembrar-me, de como se põe um pé à frente
do outro? sem cair...


al berto, in à procura do vento num jardim d'agosto
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queria desenhar uma porta nas paredes desta real
idade surda,
encontrar a chave
e sair
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"e de tudo os espelhos são a invenção mais impura." herberto helder

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